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Terça-feira, Março 29, 2005
Tem muita coisa que está acontecendo
Mas eu prefiro deixar as coisas assentarem antes de contar tudo aqui. O que importa é que eu me mudei. E que eu queria demais falar com um certo rapaz que usa calça de cintura baixa. Mas está difícil demais de encontrá-lo. E ele parece ser um tanto frio ao telefone, então é melhor procurar outras formas de contato. Ou eu estou noiando (mais uma vez). Eu sempre nóio, quem me conhece sabe. Acho que é ansiedade demais. Mas estar no meio de um monte de caixas de papelão, sem speedy, com um monte de contas pra pagar e não poder falar com o meu Michael Walsh é foda.
Publicado por Panthro Samah em 12:38 AM
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Quinta-feira, Março 17, 2005
História enormes - Parte I
Quanto à Lôca, a história foi a seguinte:
Fomos lá dia 29/01/05. Chegamos por volta das duas da manhã e saímos cerca de quatro e meia porque o som estava uma droga. Eu ia pagar a minha comanda e a das meninas no meu cartão. Nenhum de nós tinha levado dinheiro, mesmo porque eu sempre pago tudo no cartão, não gosto de sair com dinheiro de casa. Aí, fomos informados que o sistema estava fora do ar e eles não estavam podendo aceitar cartão. E eu perguntei quanto tempo ia demorar pra voltar (eu tinha chado a festa horrível, só queria ir embora). O cara falou que não tinha nenhuma previsão, porque o sistema tinha caído no dia anterior. Aí eu perguntei porque eles não tinham avisado antes. Ele me perguntou se eu não tinha outra forma de pagamento e eu falei que não. Aí ele me disse para falar com o Régis. Eu fui até o segurança e perguntei onde estava o Régis. Ele me falou que ele estava vindo e que era pra gente esperar.
Ficamos naquela área da saída, em pé, esperando. Depois de ficarmos esquecidos por cerca de quinze minutos, fui perguntar de novo do Régis. O segurança me disse que o Régis já estava vindo, era pra eu esperar. Eu falei que estava esperando, mas que já estava ficando impaciente, porque queria ir embora. Depois de mais uns dez minutos, voltei a inquirir o segurança, dizendo que aquilo era um absurdo, que eu queria ir embora já havia meia hora e estava dependendo do tal Régis. Um cara do nada perguntou o que estava acontecendo, eu contei que o sistema estava fora do ar e que eu estava esperando o tal Régis e ele falou que se tinham dito pra esperar é porque era pra esperar. Eu falei que aquilo era um absurdo, que eles não podiam me deixar preso lá, que aquilo era cárcere privado. E que se eu quisesse sair, ninguém podia me impedir. O segurança me disse que eu tentasse. Aí eu perguntei: "Vai me bater? Eu estou com as meninas. Vai bater nelas também?" Ele olhou pro lado e não disse mais nada.
O outro cara disse que eu não ia dar o calote neles e eu falei que não queria dar o calote, mas estava cansado de esperar pelo tal Régis que nunca vinha. Aí ele se identificou como sendo o Régis. Aí eu perguntei o que era pra eu fazer, já que o sistema estava fora do ar e eu não tinha outra forma de pagamento. Ele falou que eu não podia sair sem pagar e que era pra eu ligar pra alguém trazer o dinheiro, se não, não saía. Eu falei que aquilo era ridículo, que eu não tinha como pedir pra alguém me levar o dinheiro. Eu moro em república e as meninas, uma mora em Votorantim (mas está no CRUSP) e a outra mora em Jandira - e ia pegar ônibus até lá! Ninguém tinha como mandar trazer ninguém e nem achei que fosse certo. Aí eu falei que não tinha como e me propus a assinar uma promissória e depois ir pegar. Ele falou que era pra eu voltar pra realidade, que aqui era Brasil.
Eu fiquei puto. Disse que aquilo era um absurdo, que ele não podia nos forçar a trazer o dinheiro, que era cárcere privado e que ia ligar pro PROCON. Ele disse pra eu ligar. E que só se eu trouxesse a polícia e o PROCON ali que eu saía. Eu pedi um telefone e ele disse que não ia me dar, eu que me virasse. Como o celular da Wands não tinha créditos, abortamos essa idéia.
Aí eu disse: "Você pretende nos manter aqui até quando?" - Isso já eram umas cinco e meia. - "Até de manhã? Até de tarde? Vai nos deixar aqui e pronto?" Ele disse que a culpa era minha, que eu não queria negociar e que sem pagar eu não saía. Eu falei que ele não nos tinha dado nenhuma alternativa e que eu tinha me proposto a assinar uma nota e pagá-la depois. Ele falou que então eu tinha que deixar algum objeto de valor, como um celular. Eu falei que não tinha celular e ele pediu então os sobretudos. Eu deixei o meu sobretudo e o da Sol (a Wands nunca ia deixar o celular, ela precisa dele direto, pro trabalho e por causa do filho). Aí ele falou: "Você está deixando esses sobretudos aqui porque você quer, não é?". No que eu respondi: "Não, estou deixando porque estou sendo coagido.". E ele falou: "Coagido? Quem está te coagindo?". E eu: "Se eu não deixar os sobretudos, eu posso sair?". Aí ele me mandou embora.
Por isso estou processando a Lôca. Essa é uma cópia do e-mail que eu mandei pro meu advogado, contando a história.
Publicado por Panthro Samah em 12:05 AM
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Segunda-feira, Março 14, 2005
Plantão pã-pã-pã-pã-pã-pã!!
Os problemas com os comentários já foram detectados e estarão sendo resolvidos em breve. Obrigado e volte sempre.
Atualização
Coloquei o Haloscan. Seus comentários não foram perdidos. É que o Enetation está dando pau. Assim que eu conseguir, a gente volta pro Enetation e eu colo seus comentários lá.
Publicado por Panthro Samah em 1:59 PM
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Domingo, Março 13, 2005
Se ninguém te ama...

Publicado por Panthro Samah em 2:40 PM
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Friday I´m in love
Maybe I've forgotten the name and the address,
Of every one I've ever known.
It's nothing I regret.
Save it for another day,
It's the school exam and the kids have run away.
I would like a place I could call my own.
Have a conversation on the telephone.
Wake up every day that would be a start.
I would not complain about my wounded heart.
I was upset you see,
almost all the time.
You used to be a stranger.
Now you are mine.
I wouldn't even trust you,
I've not got much to give.
We're dealing in the limits,
and we don't know who with.
You may think that I'm out of hand,
that I'm naive, I'll understand.
On this occasion, it's not true.
Look at me, I'm not you.
I would like a place I could call my own,
have a conversation on the telephone.
Wake up every day that would be a start.
I would not complain about my wounded heart.
I was a short fuse,
burning all the time.
You were a complete stranger.
Now you are mine.
I would like a place I could call my own,
have a conversation on the telephone.
Wake up every day that would be a start.
I would not complain about my wounded heart.
Just wait till tomorrow.
I guess that's what they all say,
just before they fall apart.
PS - Sim, eu sei que essa música é Regret, do New Order. E que Friday I'm in Love é outra música, e do The Cure. Mas quem tiver ouvidos que ouça e quem tiver sutileza, que entenda.
Tá namorando! Tá namorando!
Você sempre tem que ser tão infantil, Voice?
Só quando é pra te irritar!
Publicado por Panthro Samah em 2:38 PM
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Sexta-feira, Março 11, 2005
And now, for something completely different...
Certo, nem eu mais aguentava tanto chororô. Então resolvi radicalizar: Mudei o template do blog, os links, e o estilo. Vou voltar a falar merda como na vida real, ao invés de ficar só no buá, buá.
Você tirou os esqueletos! Eu que tinha feito o template antigo, seu corno!
Vai dar pro cavalo e não enche o saco, Voice.
Tá todo contentinho só porque aprendeu a mexer no Photoshop é? Espera pra ver. Minha vingança será maligrina!
Publicado por Panthro Samah em 3:33 AM
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Quarta-feira, Março 09, 2005
Vocês sabem como é...
Eu sempre me fodo no final quando o assunto é vida sentimental. Então nem vou comentar nada. Vocês já sabem como acaba. Mas o pior é que "Lá vem, lá vem, lá vem de novo. Acho que estou gostando de alguém".
Legião Urbana, Panthro? Você cita aquelas músicas de corno do Legião e ainda quer ser levado a sério? Se mata, meu!
Se fode, Voice!
Publicado por Panthro Samah em 11:47 AM
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Sexta-feira, Março 04, 2005
O Panthro me deve uma
A história é a seguinte: Desde sexta-feira passada ele estava bebendo. Pelo menos meio litro de vodka por dia. E vocês sabem o que isso causa, né? Lá veio o Mark ocupar minha cabeça. E embalado por suas músicas ripongas dos Mutantes, o Panthro resolveu que "não leve a mal, eu só quero que você me queira" e ele ia se humilhar de novo. Como eu acho que babaquice tem limite, resolvi intervir e assumi o comando por tempo indeterminado. Acho que as pessoas devem ter se assustado um pouco quando nós levantamos e saímos correndo pra casa. É que elas não tinham idéia da zona que estava na nossa cabeça.
Argh! Não lembro como cheguei em casa hoje! E acho que esse lance com o Voice já está ficando Clube da Luta demais.
Publicado por Panthro Samah em 12:45 PM
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Terça-feira, Março 01, 2005
Empate técnico
Então eu falei. E ele disse que gostava de mim e que me achava atraente e que queria muito me beijar. Mas estava namorando. Sempre tem um "mas". Pelo menos eu entendi porque estava com Temptation, do New Order, na cabeça a semana inteira.
Publicado por Panthro Samah em 12:02 PM
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